Para matar a saudade do Ciente

Decoração em azul e branco, organização perfeita, abraços e beijos rolando, emoção à flor da pele, lembranças dos que vieram e dos que não puderam vir. Música rolando, pais apresentando filhos aos amigos, gerações curtindo o tempo que passou e deixou marcas: rugas, cabelos que se foram, barrigas de tanque de chope, cabelos pintados ou brancos.

Tudo com muita alegria e descontração. Executivos, diretores, proprietários de grandes empresas, servidores públicos, políticos, mães, pais, avôs e avós. Na Oitava Festa do Ciente, “Noite do Azul e Branco”, teve tudo isso.

CIENTE: Ciências, ENgenharia, TEcnologia. Teve de João Bidu, que cursou ciências b iológicas na antiga Fundação Educacional de Bauru, hoje Unesp, ao Alfredo Neme Neto, da Construbau. Ao Ubaiano que, quando não tínhamos dinheiro, marcava o cachorro-quente no caderno e cobrava depois. Aos professores pós doutores, que hoje dão aula na Unesp, mas que um dia curtiram o Ciente (Praça Rui Barbosa, Ezequiel Ramos e Agenor Meira).

Me disseram que o passado só serve para a gente não cometer os mesmos erros. O Ciente foi um acerto da diretoria da então Fundação Educacional de Bauru (FEB), que represento nas figuras de Edmundo Coube e Nelson Paes, que criaram um centro de convivência dos alunos, que acabou sendo mais lembrado que a própria Fundação, graças às diretorias da Exafeb, Associação dos Ex-Alunos da Faculdade de Engenharia de Bauru. Ao Rudolf Riehl e diretoria, em nome de todos que lá estiveram e através do túnel do tempo se lembraram dos bons tempos, um abraço fraternal e até 2008, se Deus assim permitir! Valeu! Nóis é nóis, o resto….

Coaracy Antonio Domingues – engenheiro

Vale a pena conferir o vídeo abaixo, editado pelo Programa Nota 10 (pena a exclusão do áudio).

Envie um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.