Monsenhor Luiz Ricci recebe solidéu e cruz peitoral

Na manhã de ontem, dia 11, o Monsenhor Luiz Antônio Lopes Ricci, nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Niterói (RJ), participou da missa que reuniu alunos e colaboradores da Faculdade João Paulo II, de Marília, da qual é diretor. A celebração foi presidida pelo bispo diocesano de Bauru, Dom Caetano Ferrari, e contou com a presença do bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini, de padres, professores e formadores da Província Eclesiástica de Botucatu.

Durante a cerimônia, Dom Luiz Ricci, recebeu o solidéu e a cruz peitoral, veja o vídeo:

Solidéu (em latim Pileolus), zucchetto (em italiano [dzukˈketto]), yarmulke (em iídiche יאַרמלקע, yarmlke, do polonês jarmułka, que significa “boina”) é um pequeno barrete usado na cabeça por motivos religiosos. Seu nome provém do latim soli Deo tollitur, ou seja “só por Deus è tirado (da cabeça)”.

Pálio (do latim pallium: capa ou manto que cobre os ombros, e este de palla romana: manto romano de lã, que vem do grego Πάλλω: mover ligeiramente) é uma espécie de colarinho de branca, com cerca de 5 cm de largura e dois apêndices – um na frente e outro nas costas, com 6 cruzes bordadas ao seu longo e que expressa a unidade com o sucessor de Pedro.

Originalmente, era exclusivo dos papas, sendo depois estendido aos metropolitas e primazes, como símbolo de jurisdição delegada a eles pelo pontífice.

Destinado, portanto, aos bispos que assumem uma arquidiocese, o pálio simboliza o poder na província e sua comunhão com a Igreja Católica, ministério pastoral dos arcebispos e sua união com o Bispo de Roma.

Cruz peitoral é uma cruz que os bispos ocidentais levam pedente sobre o peito, ou o medalhão que de forma semelhante levam os bispos orientais. É uma das Insígnias Episcopais usada pelos sacerdotes que conta de um crucifixo pendendo com um cordão ou em corrente simples. O cordão que sustenta a cruz peitoral, em ocasiões do Liturgicum, é diferenciado pelo cordão que estará, às vezes, em uma cor específica (havendo sua exceção se for uma corrente) para cada grau do sacerdócio, por exemplo: para bispos e arcebispos o cordão tem as cores em verde-dourado, vermelho-dourado para os Cardeais e apenas dourado para o Papa.

Este objeto das Insígnias ipiscopais é um importante símbolo cujo uso remonta ao século XIII e que contém em seu interior, geralmente, relíquias de santos e mártires. Pendendo dos ombros dos sacerdotes, tal cruz está constantemente diante do Prelado, o que serve para lembrá-lo a todo instante de Cristo Senhor Nosso, que morrera por ele no Calvário e a Fé que ele professa com seu próprio sangue.

Sobre a história do uso da cruz peitoral, sabe-se que já para os primeiros cristãos era costume portar algum objeto sagrado que servia para evocar a lembrança de Nosso Senhor Jesus Cristo, tal como temos hoje os Evangelhos, o Crucifixo e as solenidades de Nosso Senhor, logo, desde aquela época já havia esta concepção de eles quererem representar a Vida de Cristo. Naqueles tempos, quando o perigo era grande, às vezes traziam consigo no peito a Santíssima Eucaristia.

Mais tarde, em tempos à frente, tendo diminuído as perseguições contra todos aqueles que se diziam cristãos e seguidores do caminho, passou-se a usar a Cruz no peito, como sinal claro e distintivo de fiel cristão. A partir do século XIII, como disse, o uso da cruz peitoral passou a ser um sinal distintivo próprio dos sacerdotes.

(com informações da Wikipédia).

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