Indústria

A indústria em Bauru

Por Renata Almeida Pacheco – Jornalista – MTB 29027

O Brasil é hoje um dos mercados mais atraentes do mundo e esta realidade só foi possível com a participação decisiva da indústria, sobretudo no Estado de São Paulo, que responde por mais de 40% da produção industrial brasileiro e por mais de 31% do PIB – Produto Interno Bruto do país.

A indústria paulista se destaca no cenário nacional pela sua diversificação, moderna base tecnológica e de pesquisa e por um mercado de trabalho caracterizado pela qualificação de sua mão-de-obra.

A região Centro-Oeste paulista é uma das mais bem sucedidas economias da Nação, uma das melhores opções de investimento do mundo, pois possui mercado aberto a novos negócios. O crescimento desta região é moderado, mas a modernização é acelerada e sustentável.

Neste contexto, está Bauru – a capital logística e educacional do estado de São Paulo, com um parque industrial diversificado e mão-de-obra com excelentes níveis de qualificação. Os indicadores socioeconômicos são incontestáveis!
A localização do município bauruense é privilegiada, em termos de alternativas de transporte, com o maior entroncamento rodo-aéreo-hidro e ferroviário do estado de São Paulo, oferta de energia, rede telefônica e mesmo qualidade de vida urbana.

Bauru

A História de Bauru está visceralmente ligada ao processo econômico ocorrido no estado de São Paulo, processo este que tem na produção industrial um elemento indutor da dinâmica social e política que as cidades paulistas adotaram.
Embora exista neste início de século XXI a convivência e coparticipação da atividade agrária com a industrial, é indiscutível que a paulatina substituição da matriz econômica agrária pela industrial produziu a paisagem urbana que hoje predomina no interior paulista. Bauru é um caso evidente deste processo.

Aeroporto

O aeroporto de Bauru já representa o maior catalisador de cargas do estado de São Paulo. Esta condição proporcionou a elaboração de projeto e parceria entre o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp Regional Bauru e as prefeituras municipais de Bauru, Arealva e Pederneiras para a criação de uma ZPE – Zona de Processamento de Exportação, que juntamente com a EADI – Estação Aduaneira (Porto Seco) elevará a região a um dos mais importantes centros de escoamento de produção do país.

Educação em todos os níveis

Mantém uma das mais extensas rede de ensino do país, em todos os níveis, garantindo excelente potencial de geração de mão de obra, além dos cursos de pós graduação é um local ideal para um executivo viver e desenvolver suas atividades.
A região está na vanguarda científica e tecnológica do estado de São Paulo, pelo excelente nível das instituições acadêmicas e de pesquisa avançada na área da saúde.

Economia sustentável e qualidade de vida

Com a abertura da economia brasileira e numa tendência estadual de interiorização dos investimentos, novas exigências foram trazidas ao setor industrial. Para se adequar a esta nova ordem econômica, a indústria regional teve que investir pesado em novos programas de gestão, com foco principalmente na qualidade e produtividade vencendo o desafio da competitividade, através de certificações reconhecidas internacionalmente, como TQC (Total Quality Control), just-in-time, CEP (Controle Estatístico de Processo) e Sistema de Qualidade ISO 9000.

Bauru, comparativamente a outras regiões do estado, é a que apresenta condições mais satisfatórias para enfrentar esse desafio. Graças ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), mantido pelo sistema Fiesp, há mais de 60 anos, a mão de obra da indústria regional apresenta excelentes níveis de qualificação.
O parque industrial regional é bastante diversificado nos setores: metal-mecânico, editorial e gráfico, alimentício, eletro-eletrônico, plásticos. A mão de obra diretamente empregada nas fábricas ultrapassa 20 mil trabalhadores.

Mais importante que as leis, foi a crescente tomada de consciência de todos os segmentos da iniciativa privada, particularmente do setor industrial, quanto à importância da questão ambiental. O crescimento da região centro-oeste paulista é moderado, mas a modernização é acelerada e sustentável.
Além de uma excelente economia, aqui se vive bem. Bauru destaca-se pela ampla e complexa rede urbana, com excelentes índices de qualidade de vida, sendo famosa por sua variedade gastronômica, rede hoteleira, programação teatral e musical, cinemas confortáveis. Com bairros residenciais de excelente qualidade, sua infra-estrutura hospitalar e seu nível de atendimento médico são compatíveis com os padrões internacionais.

Solidez Institucional

O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp Regional Bauru possui forte representatividade, com o objetivo de consolidar e fortalecer o papel do setor produtivo e de serviços, se posicionando nas questões institucionais e macro-econômicas na busca de parcerias e apoios. A Diretoria do Ciesp Bauru foca seu plano de gestão em 4 pilares de ações: Ação Social, Gestão Setorial, Ação Política e, especialmente, Indução de Negócios.

Mais que uma entidade de classe o Ciesp – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo é a voz da indústria Paulista. Sua missão é defender e representar o segmento na promoção de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e ao desenvolvimento sustentável.

A representação de um setor econômico que é responsável por cerca de 42% da produção industrial brasileira faz do Ciesp fundamental interlocutor junto aos poderes públicos e à própria sociedade, sempre na defesa da iniciativa privada, na vanguarda dos interesses do setor produtivo e na promoção do desenvolvimento brasileiro.

O Ciesp Bauru transcende os temas meramente econômicos e contribui para o equacionamento de problemas com educação, saúde pública, transportes, segurança urbana e outros igualmente importantes para o desenvolvimento social.

Serviço:
Ciesp Bauru:

A sede do Ciesp Bauru está instalada no Distrito Industrial I, Av. Joaquim Marques Figueiredo nº 7-8 – Fone 3203-7757

Indústria em destaque

Bauru é destaque no setor industrial. Aqui são fabricados produtos dos mais variados como: cadernos escolares (líder nacional em produção), baterias automotivas, plásticos, formulários contínuos, embalagens, alimentos (balas, chicletes e outros), derivados de carne (grande exportador), roupas e muitos outros produtos.

O setor de alimentos foi o segmento industrial de Bauru que mais arrecadou Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) em 2005, segundo dados da Secretaria de Finanças do Estado de São Paulo. A receita obtida representa 54,14% (R$ 35,3 milhões) do total arrecadado, que foi de R$ 65,2 milhões. Essa receita final também apresenta uma particularidade: corresponde a um aumento de 60,27% sobre 2004, quando a arrecadação atingiu a importância de R$ 40,67 milhões.

O levantamento foi divulgado em Bauru pelo economista e conselheiro do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Carlos Sette. Para ele, o desempenho da arrecadação deve ser atribuído à melhor performance que as indústrias de Bauru têm obtido nos últimos anos, É a diversidade dos segmentos industriais presentes no município, É mão-de-obra qualificada e a vinda e instalação de grandes empresas, principalmente do setor alimentício.

“De fato, os números surpreendem. Para se ter uma idéia, em setembro do ano passado, a arrecadação de ICMS em Bauru já havia superado o total de 2004. Eram R$ 45 milhões contra R$ 40 milhões, destaca Sette.

Sette prevê uma arrecadação igual ou pouco superior neste ano. “Tudo vai depender das eleições. Acredito que até o fim de 2006 haverá mais liberação de verbas e, por isso, maior crescimento no setor”, completa.

De acordo com o levantamento, a indústria de edição, impressões e gravações representa a segunda maior fatia do bolo: 18,71% (R$ 12,2 milhóes) da arrecadação. Dezesseis segmentos industriais recolhem individualmente menos de 1% do total do imposto, mas representam 243 empresas dentro de um universo de 747.

Cerca de 80% de todo o recolhimento do ICMS vem dos segmentos produtos alimentícios, edição, impressão e gravações e produtos plásticos. O restante é obtido em 24 ramos de menor porte.

Para o empresário de indústria de massa alimentícia, Domingos Malandrino, o desempenho de Bauru na arrecadação de ICMS não apresenta novidade. Ele entende que o setor, já há vários anos, tem se destacado no município, assim como a região, como referência em todo o Estado.

Malandrino observa o resultado como conseqüência de uma série de fatores que, conforme ressalta, tem feito a diferença nos últimos anos. É o caso da vinda de novas empresas alimentícias para o município, do incremento local das indústrias do ramo, da posição geográfica de Bauru, que favorece o transporte de cargas aos grandes centros, e dos incentivos do governo.

“Além disso, nós temos várias micro e pequenas indústrias do setor alimentício que são uma grande força locomotiva, principalmente na geração de emprego e arrecadação de tributos. O governo também tem ajudado bastante com a desoneração tributária de ICMS, especificamente para as fábricas de massas alimentícias. Tem baixado a carga e aumentado a arrecadação. Não houve acréscimo do produto, mas também não tivemos decréscimo. Isso favorece o consumidor, que acaba comprando mais, valorizando o mercado interno”, observa Malandrino, que ainda ressaltou ter recolhido no ano passado, através de sua empresa, 20% a mais de ICMS em relação a 2004.

O empresário também comentou que o Ciesp, aliado ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) deve, dentro dos próximos meses, consolidar um grupo de desenvolvimento do setor alimentício na região de Bauru, visando melhorar ainda mais as condições do segmento.
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Setores

O levantamento revela que a indústria representa 48,14% do setor econômico de Bauru. Em seguida destaca-se o comércio varejista, com 22,74%, e o comércio atacadista, com 21,92%, do volume total arrecadado. As empresas de produtos administrados (energia elétrica e telefone), serviços e agropecuária correspondem a 7%.

Bauru possui três distritos industriais em funcionamento, com mais de 130 empresas instaladas, nos setores de Indústria, Prestação de Serviços e Comércio Atacadista, com área superior a 2 milhões de metros quadrados e completa infra-estrutura, inclusive com serviços do Corpo de Bombeiros, instalado no local.

DISTRITO I
Possui uma área de 1.577.000,00 m2, dividida em 132 áreas pequenas, médias e grandes.

DISTRITO II
Possui uma área de 409.217,00 m2, dividida em 64 áreas pequenas, médias e grandes.

DISTRITO III
Possui uma área de 2.380.760 m2, divididas em áreas pequenas, médias e grandes.

TERMINAL DE CARGAS

Possui uma área de 358.408,73 m2. Está sendo executado o projeto de loteamento pela Secretaria Municipal do Planejamento.

MINI-DISTRITOS
Projeto aprovado através da Lei 4494/99, visando destinar pequenas áreas nos bairros mais populosos da periferia para implantação de micro e pequenas empresas.

Os distritos ficam na zona leste da cidade, próximo à malha ferroviária e principais rodovias e a 25 km do Porto Intermodal de Cargas do Tietê.

Os distritos possuem concepções urbanísticas modernas e são, em parte, reservados para empresas com tratamento antipoluição. As exportações e importações são totalmente viabilizadas na pr?pria cidade, através da EADI (Estação Aduaneira do Interior). Os setores da indústria que mais exportam são: gráfico, acumuladores de energia, massas alimentícias e carne bovina. Os frigoríficos de Bauru e região são grandes fornecedores dos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de exportarem para a Comunidade Econômica Européia, Ásia e Israel.

Ciesp- Centro das Indústrias do Estado De São Paulo
Fiesp- Federação das Indústrias do Estado De São Paulo

Com o objetivo único de servir às indústrias, a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) desenvolvem, há mais de sessenta anos, importante atuação no setor.

A Fiesp, na liderança dos sindicatos patronais, responde pelas grandes linhas de ação política; O Ciesp, pela prestação de serviços às indústrias do Estado de São Paulo. Sua estrutura é dividida em 11 departamentos, uma Coordenadoria de Ação Política e mais um conjunto de órgãos e serviços que compõem sua base administrativa. Mantém em sua sede um grupo de profissionais que colocam à disposição dos associados os diversos serviços prestados de forma direta.

SITUAÇÃO ATUAL DOS DISTRITOS INDUSTRIAIS

Bauru possui 3 distritos industriais em funcionamento – 4,4 milhões de metros quadrados.

Distrito Industrial I – Área com infra-estrutura, no entanto, não possui mais áreas disponíveis para doação.

Distrito Industrial II – Área com infra-estrutura, com 70% de ocupação.

Distrito Industrial III – Área com necessidade de adequação da infra-estrutura, com mais de 50% disponível para doação.
Apresenta ainda, necessidade de regularização do loteamento.

Atuais Zonas Industriais

Parque Paulista

Estas regiões apresentam conglomerados residenciais – Núcleo Redentor e Vila Inglesa.
Levando em consideração a dinâmica da economia municipal, verificamos que o impulso industrial no município, aconteceu em TRÊS fases:

FASE I – A ELETRICIDADE ACELERA O PROGRESSO
1911 – Nos primórdios da cidade, a medida que crescia o número de moradores, advindos com a vinda das estradas de ferro: Sorocabana, Paulista e Noroeste do Brasil, surgiam as primeiras fábricas de produtos essencias na área de alimentação, vestuário e utensílios domésticos.
Até 1911, o município não possuía eletricidade, as máquinas eram manuais, movidas a mão ou a pedal, como impressora de jornais, cilindros de padarias, máquinas de costura, fabricação de meias, e outras eram fabricadas de forma artesanal, como colchões, calçados, refrigerantes e cervejas (Zazá). Neste ano, o engenheiro J.J. Cardoso Gomes e seu primo, Raul Renato Cardoso de Mello, construíram uma pequena usina geradora de energia elétrica, no entanto, em 1919, devido a um temporal a barragem do ribeirão Bauru, se rompeu, inundando o compartimento das máquinas. Bauru conheceu o primeiro apagão. Era prefeito na época, o jovem Octávio Pinheiro Brisolla, que imediatamente, comunicou-se com a Cia. Paulista de Força e Luz, pedindo agilidade no prolongamento das linhas de transmissão de Agudos a Bauru. E foi rápido, porque em Janeiro de 1920 as lâmpadas que existiam nos velhos postes, passaram a brilhar.
Em 12 de outubro de 1921 era anunciada para todo o país, a inauguração das majestosas oficinas da E.F. Noroeste do Brasil.
Daí para frente máquinas manuais deram espaço para outras elétricas. A própria Cia Paulista de Força e Luz passou a incentivar os consumidores ao uso de lâmpadas, geladeiras, ventiladores e fogões. A partir daí, Bauru passou a se transformar num centro industrial.
– I.R.F. Matarazzo divulgou a intenção de construir na cidade uma grande fábrica de sabões, todavia apesar de edificar um grande pavilhão na Vila Falcão, a indústria não se instalou
Dois anos depois foi a vez da Cia. Antarctica Paulista anunciar a construção de um grande frigorífico e de uma fábrica de cervejas. Iniciou-se a terraplanagem do terreno com grande movimentação de terra, canalização do córrego das Flores, no trecho que passava por sua propriedade e iniciou-se a perfuração de cinco poços artesianos. Não demorou muito veio a notícia: A água produzida por seus poços não é adequada ao fabrico de cerveja. E lá se foi mais um sonho de uma grande indústria.

FASE II – FIM DO CAFÉ E O INÍCIO DO ALGODÃO
Década de 20 – Com a queda da bolsa de valores de 1929, o café, principal produto agrícola da região de Bauru, sofre o reflexo da baixa dos preços, motivo pelo qual, levaram os produtores das proximidades a investir na cultura do algodão, que melhor se adaptava ao solo arenoso. Na década de 30, Bauru tornou-se um grande produtor desta cultura, foi quando se instalaram onze máquinas de beneficiamento da matéria-prima, entre elas uma da Matarazzo. Assim, a indústria em Bauru, era denominada “Indústria da Agricultura”, ou seja, processadoras de matérias agrícolas. A troca do café pelo algodão deu certo até 1940.
1934 – Instalou-se a primeira grande indústria na cidade, a americana, Anderson Clayton, produtora de óleo dos caroços de algodão. Em seguida vieram a I.R.F.Matarazzo e depois a Moinhos Santista (SAMBRA), que produzia óleo a partir do algodão e amendoim.
Embora a cidade tenha conhecido um surto industrial já na década de 1920, o fenômeno se repetiu envolvendo algumas destacadas firmas, que atuam em nível internacional, como as fábricas de Coca-Cola, Crush, Kibon. A cidade assistiu a estabilização de algumas empresas, entre elas, destacando-se a TILIBRA e a SOUZA REIS, ambas do ramo gráfico.

FASE III – CONGESTIONAMENTO CENTRAL E POLÍTICA DE INCENTIVOS IMPLANTAM O DISTRITO INDUSTRIAL.
Somente trinta anos após, Bauru, conheceu um novo surto industrial, decorrente da intensa fortificação do comércio que passou a ocupar toda a área central da cidade, na década de 50 e 60. As poucas fábricas ocupantes desta área como a Tilibra, a Metalúrgica Pereira e a Tecelagem Matarazzo, não eram mais comportáveis na região central, sendo transferidas para áreas adjacentes.
Década de 60 – Ocorreu um novo impulso industrial no Município, decorrente de intensa política de incentivos aliada aos atrativos regionais, quando em 1963, Irineu Bastos, Prefeito da Época, assinou a Lei n.º 905, que instituiu o Parque Industrial de Bauru. Com a referida Lei, a Prefeitura, através da Comissão de Desenvolvimento Industrial – CMDI, concedeu a isenção de todos os impostos municipais, por dez anos, a qualquer indústria que se instalasse nessa região.
A característica desse acontecimento, a partir da década de 60, foi a implantação, dos seguintes segmentos:
Material Elétrico, Eletrônico e de Comunicação – Instaladas a 3 décadas, as principais dificuldades foram a falta de infra-estrutura e transporte para funcionários.

Atividades Comerciais

Cerca de 7% do Distrito Industrial foi composto por estabelecimentos comerciais. O congestionamento do centro de Bauru, foi o fator percursor que levou as atividades ao Parque Industrial.

Vestuário

As empresas se instalaram em diferentes realidades sócio-econômicas (Governo Geisel, Plano Cruzado). Os principais motivos de instalação foram incentivos fiscais e proximidade as fontes de matéria-prima.

Madeiras –

O principal motivo da implantação foi devido aos incentivos municipais e a proximidade às fontes de matérias-primas.

Bebidas

Implantação da Refrigerantes Bauru S/A, a qual também se localizava no centro.

Produtos Alimentares – 1968

Foram se instalando década a década, estimuladas pelas oportunidades oferecidas pelo Governo Brasileiro, principalmente, entre 1968 e 1979.
Comércio e Indústria de Produtos Alimentícios Bauru
Dude Indústria de Produtos Alimentícios Ltda
LPC – Laticínios Poços de Caldas
Mezzani Massas Alimentícias Ltda
Pala D’oro Produtos Alimentícios Ltda
Q-Refres-ko S/A
Sukest Ind. de Sucos Ltda
Produtos Minerais Não Metálicos – Década de 70 – Representavam 17% das indústrias do Parque Industrial de Bauru.

Mecânica – Década de 70

Representaram 5% do total de empresas do Distrito Industrial, no fim do Governo Geisel.

Borracha – 1983

Implantação da Lécio Pneus. O principal motivo de escolha do Distrito foi o fácil acesso dos consumidores.

Editorial e Gráfica – 1985

Tiliform S/A Formulários Contínuos. Os fatores determinantes de sua localização, foram os incentivos municipais, estudos de marketing e a proximidade de mão-de-obra.
Construção – 1990 – SAT Engenharia. Implantação devido aos incentivos municipais.
Mobiliário – Década de 90 – As indústrias deste setor se instalaram em distritos próximos, mas diferentes, o que provocou um certo desencontro de realidades – Governo Collor.

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