Brasil é vice no Pan-Americano Juvenil de Polo Aquático

Letícia Belório, da ABDA, garantiu a artilharia do campeonato

As seleções do Brasil feminina e masculina deram show na piscina durante o Pan-Americano Juvenil de Polo Aquático em Lima – Peru, realizado de 29 de junho a 9 de julho e conquistaram o inédito vice-campeonato nas duas categorias, provando que nossas equipes podem jogar no mesmo nível das principais potências da modalidade.

Feminino

Pelo feminino, a Associação Bauruense de Desportos Aquáticos (ABDA) teve oito convocadas para integrar a seleção (Ana Julia Batista, Isabela Souza, Isabele dos Santos, Julia Lopes, Kamila Ramos, Kemily Leão, Letícia Belório e Vitória Silva), mais a comissão técnica composta pelo treinador Emerson Martins e assistente técnica Maria Barbara Amaro.

As meninas fizeram uma excelente campanha durante todo o campeonato chegando à disputa do título do Pan-Americano contra os EUA, em final apertada contra esta forte equipe. O resultado final foi EUA 9 x 7 Brasil (5-0, 2-1, 1-3, 1-3).

O primeiro quarto da partida acabou desfavorecendo o Brasil, pois a reação, a partir da metade do jogo, foi notável. Os gols brasileiros foram de Letícia Belório (3), Nicole Catapani (2) e Kemily Leão (2). Letícia terminou como artilheira da competição.

“Ser a artilheira do Pan-Americano me deixou muito feliz e satisfeita e pude perceber que todo o esforço durante os treinos valeram a pena. Agora vou focar no Campeonato Mundial Adulto, na Hungria, onde fui convocada para integrar a Seleção Brasileira”, completou Leticia.

Masculino

A Seleção Brasileira Masculina foi composta por seis atletas da ABDA, Ítalo Vizacre, João Carlos de Mattos, Luan Barbieri, Lucas Golzio, Pedro Zwicker e Thiago Ferreira, além da comissão técnica composta por Attila Sudár, Vinicius Marques e Victor Sanches e garantiram o vice-campeonato do Pan-Americano de Polo Aquático.

A seleção brasileira masculina perdeu a final novamente contra os EUA. As parciais demonstram o equilíbrio da jogo: EUA 6 x 5 Brasil, 1-2, 3-1, 1-1, 1-1.

Essa nova geração do polo aquático demonstra que é possível jogar com igualdade contra as principais potências do mundo, destacando os EUA, maior potência no feminino na atualidade.

Em ambas as partidas, segundo a nossa comissão técnica, devido à raça e à garra de nossos jogadores e jogadoras, o Brasil poderia ter saído vencedor caso tivesse mais um minuto de jogo.

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