O Parque Vitória Régia é mais uma das maravilhas de Bauru

Não estamos dando sequência por importância ou por beleza e sim queremos apenas sugerir quais seriam as 10 maravilhas de Bauru.

Poderíamos estender a lista a muito mais, mas se chegarmos às 10 maiores maravilhas de Bauru, já teremos dado um bom passo e aí seguiremos adiante, relacionando quais outras maravilhas devem constar para que bauruenses e visitantes possam não só tomar conhecimento, como visitar, conhecer.

O Vitória Régia, não adianta, já está carimbado como o cartão postal de Bauru. Surgiu em forma de criatividade para suprir um sério problema de escoamento de água e uma ampla erosão no local, onde víamos uma imensa erosão, provocada não só pelo “Córregos das Flores”, que corta o local, como pelo água pluvial que, não tendo para onde escoar, acabava fazendo dali um grande piscinão, que foi o suficiente para que o arquiteto e urbanista Jurandyr Bueno Filho tomasse a decisão de fazer do limão uma limonada, transformando a erosão num anfiteatro que contempla o parque e tendo a água passar por frente ao palco.

Veja como era o local, antes das medidas tomadas com base em projeto de Jurandyr. Veja o local em um dia calmo, sem chuva e o local onde temos o anfieteatro apenas coberto por água do Ribeirão das Flores.

12036846_1029243727106829_4993136429393149779_nDiante das constantes eroões que se avolumavam em tempos de chuva, e em tempos de administração de Luiz Edmundo Clube, foi apresentado ao prefeito, pelo então vice-prefeito e arquiteto Jurandyr Bueno Filho um estudo que de pronto foi aprovado e que teve um começo assim:

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O Vitória Régia foi sendo construído e aos poucos a região passou a ser ocupada por residências e casas para o comércio. Aqui em fase adiantada de construção, já na administração Osvaldo Sbeghen, sucessor de Edmundo).

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Veja pela foto acima, a construção das pétalas de fundo do anfiteatro, inseridas no projeto com base em idêntico anfiteatro alocado na França. Faz o papel de promover acústica às apresentações musicais.

O término da obra na administração de Osvaldo Sbeghen:

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Sabia-se queseria este o local mais movimentada da cidade, especialmente em dias de festa.

O Parque Vitória Régia foi projetado pelo arqauiteto e urbanista Jurandyr Bueno Filho, que se aproveitou das condições do espaço e o transformou num belo anfiteatro, com ampla área verde que serve bauruenses e visitantes para as mais variadas funções.

O local, embora ainda não concluído, já foi palco de apresentação de orquestras sinfônicas e famosos artistas que vieram a Bauru para seus shows.

No projeto, consta ainda uma interligação subterrânea que vai até a área ocupada por amplo gramado, previsto para camarins e outros espaços apropriados a equipamentos voltados a apresentações artísticas de grande porte.

O Vitória Régia tem como espaço principal o anfiteatro, aberto e com palco separado da arquibancada por um riacho, cuja nascente se dá a poucos metros do mesmo.

É sim, o cartão postal de Bauru. Pela foto dá para comprovar e que ninguém ouse discordar.

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Se há a questão do subdimensionamento das tubulações que em tese deveriam conduzir tanto a água do “Ribeirão das Flores”, quanto da chuva que cai de forma mais torrencial nos períodos de setembro a março, imagina-se ser culpa de engenheiros e não do arquiteto, mas é fato que temos ali um sério problema que ainda merecerá solução.

Mas até lá, o belo local, aqui retratado por Celso Melani, é sem dúvida uma das dez maravilhas de Bauru.

(*) Renato Cardoso, o autor, é jornalista, publicitário e bacharel em direito.

Mais pelo Vivendo Bauru.

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